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O Quinto Elemento


Um exemplo de vida.

ESPEREMOS QUE ESTA HISTORIA NOS POSSA SERVIR DE MODELO

UMA MULHER DE 98 AÑOS E NAO TEM INIMIGOS -

UMA ESTORIA DE ELEVADO INTERESSE HUMANO

TODOS NÓS, OS SERES HUMANOS DEVERÍAMOS VIVER COMO ESTA ADORÁVEL MULHER!

EM UM DOMINGO, QUASE AO FINAL DA PRÁTICA RELIGIOSA, O SACERDOTE PREGUNTOU AOS FIEIS NA IGREJA:
  

 "QUANTOS DE VOCES CONSEGUIRAM PERDOAR

SEUS INIMIGOS?"  

 

A MAIORIA LEVANTOU A MÃO. O SACERDOTE VOLTOU A REPETIR A MESMA PERGUNTA E ENTAO TODOS LEVANTARAM A MAO ,MENOS UMA PEQUENA E FRÁGIL VELHINHA.


"SENHORA ANNA HELLER, A SENHORA NAO ESTÁ DISPOSTA A PERDOAR A SUAS INIMIGAS?"  

"EU NAO TENHO INIMIGOS!"  RESPONDEU DOCEMENTE.

"SENHORA ANNA, ISTO É MUITO RARO!" DISSE O SACERDOTE QUE PERGUNTOU EM SEGUIDA:

"QUANTOS ANOS TEM  A SENHORA?  

 ELA RESPONDEU: " 98 ANOS!"

O PÚBLICO PRESENTE NA IGREJA SE LEVANTOU E A APLAUDIU ENTUSIASTICAMENTE.

"SENHORA ANNA , CONTE PARA TODOS NÓS COMO SE

VIVE 98 ANOS E NAO SE TEM INIMIGOS?"  
 

A DOCE VELHINHA SE DIRIGE AO ALTAR E DIZ SOLENEMENTE OLHANDO PARA O PUBLICO EMOCIONADO:    

 

  "PORQUE TODAS AS FILHAS DA PUTA JÁ MORRERAM!"



Escrito por ×÷·.·´¯`·)»Ar«(·´¯`·.·÷× às 22h29
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Recebi este texto por e-mail, espero que apreciem! ^^

Você é Hands On?
Max Gehringer / Colunista da Revista EXAME

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais.
E a empresa exigia que os interessados possuíssem - sem contar a formação superior - liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON.
Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.

Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego.
A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido.

E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico...

Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno..
E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.

Seu Borges: -- Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
Fabiana: -- In a hurry!
Seu Borges: -- Saúde.
Fabiana: -- Não, Seu Borges, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em inglês.
Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?
Seu Borges: -- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
Fabiana: -- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges: -- Não, não.. Cópias normais mesmo.
Fabiana: -- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges: -- Fabiana, desse jeito não vai Dar!
Fabiana: -- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
Seu Borges: -- Como assim?
Fabiana: -- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.
Seu Borges: -- Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.
Fabiana: -- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...
Seu Borges: -- Futuro? Que futuro?
Fabiana: -- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.
Seu Borges: -- Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!
Fabiana: -- Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges: -- Hã?
Fabiana: -- Hands on....Mão na massa.
Seu Borges: -- Claro que sou!
Fabiana: -- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:

1 - Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.
2 - E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.

Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.

Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.

Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas!
Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van.

 
E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática e energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação... só que não sabia nem abrir o capô.
 
Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar.
Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida. 
 

Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz:

O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR.

Max Gehringer


Escrito por ×÷·.·´¯`·)»Ar«(·´¯`·.·÷× às 00h21
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Feliz Ano Novo!!

Nesse novo ano muita coisa amanheceu diferente.
É quando a esperança se renova.
Você compreende onde errou e onde acertou.
Vê novos caminhos, novas soluções
Está certo que os problemas não mudam,
Mas a nova energia te renova.
Faz você acreditar que o que você não alcançou,
Nesse novo ano tudo se resolverá.

Todos nós sabemos que o réveillon nada mais é,
que apenas um calendário inventado.
O que vale é a fé imposta em uma nova vida.
O que importa é acreditar que as coisas ruins ficaram pra trás,
E que no novo ano tudo mudará.

Feliz ano novo, feliz vida nova.
Feliz atitude, feliz experiências.
Vamos mudar o mundo.
Vamos mudar a nós mesmos.

O novo ano rápido passará.
Chega de perder tempo.
Comece hoje o que está pensando em começar amanhã.
Vamos parar de fumar.
Vamos conseguir o emprego dos sonhos.
Buscar a faculdade.
Se entregar mais a Deus.
Viver o amor verdadeiro.
Comprar o carro novo.

Feliz ano novo, feliz iniciativa.
O tempo passará, vamos aproveitar.
Não insista no caminho que não deu certo.
Procure caminhos novos.
Todos temos o poder de fazermos com nossa vida,
o que queremos e o que desejamos.

Vamos pensar que todo dia primeiro de todo mês,
É primeiro de janeiro.
Vamos sempre festejar.
Mesmo com as magoas, com os problemas.
Vamos olhar para o alto e soltar fogos.
Vamos todos os meses celebrar a vida.
A passagem para um novo ciclo.

Vamos buscar a força em Deus,
E lutar pelos nossos sonhos.
Nenhum sonho é vulgar quando se deseja com o coração.
Vamos emagrecer, ganhar dinheiro.
Vamos ser gentis e dar carinho a quem tanto amamos.
Vamos aprender a fazer o bem sem olhar a quem.
Vamos aprender que nada é nunca,
E que nesse mundo tudo pode acontecer.
Vamos aprender que quem escolhe o nosso caminho somos nós mesmos.
Aprender que para mudar o destino basta apenas um segundo,
e não um ano inteiro.
Vamos aprender que o que se fala hoje, amanha pode cair por terra.
Aprender que o coração vale mais que o bolso.
E que dele sai toda a energia que rege nossas vidas.
Vamos aprender que nada muda enquanto se fica parado.
Vamos aprender a agradecer o ano passado ruim.
Pois sem ele não teríamos aprendido a construir um futuro melhor.

Feliz ano novo feliz ano velho.
Feliz conquistas, feliz amor.
Feliz felicidade, feliz iniciativa.
Vamos mudar o mundo.
Vamos mudar a nós mesmo.
Vamos entender que para mudar o mundo,
Você não precisa fazer algo mundialmente reconhecido.
Basta uma pequena atitude de amor e carinho por dia.

E se fizermos isso todos os dias do ano.
Todas as pessoas do mundo.
Vamos multiplicar 365 atos de amor por dia,
Por bilhões de pessoas existentes no planeta.

Uma pessoa não pode mudar o mundo.
Mas o amor em conjunto e a fé em Deus sim.
Vamos fazer a nossa parte, e em 2009 vamos dar as mãos,
E comemorar um 2008 exemplar.
O ano em que agimos todos juntos e com atitudes de amor,
Conseguimos mudar o mundo.

Feliz ano novo.
Feliz felicidade!


(Sempre que puder eu post aqui, ok elemento ar? hahahhaha)

Escrito por ×÷·.·´¯`·)»Fogo«(·´¯`·.·÷× às 20h28
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Que país é esse?

Hey, olha que progresso, mais uma atualização em menos de um mês! Uhú! *rs* Estou pensando seriamente em abandonar esse blog e começar outro, parece que os meus companheiros elementais desistiram de dar continuidade ao trabalho e com apenas o Elemento Ar escrevendo fica um tanto... "chato". *rs*

Mas não é para isso que eu estou aqui. Na realidade, eu estou aqui para desabafar um pouco. Para aqueles que conhecem o "Quinto Elemento" ou até mesmo que tem contato comigo "ao vivo" sabem que eu procuro ser uma pessoa otimista, que gosta de ver o lado bom de toda situação ou das pessoas ao nosso redor. Agora, eu me pergunto, que país é esse que vivemos? Que país é esse que vivemos onde pessoas podem roubar e continuam soltas, onde pessoas podem incitar os outros a atos hediondos e continuam ilesas, onde irmãos matam irmãos, onde o caos sobrepuja a ordem, onde as pessoas assistem tudo de braços cruzados e nada fazem a respeito?

Eu vejo a cada notícia pela internet ou revistas/jornais crimes e mais crimes e como sempre, tudo acaba em pizza. Eu vejo o governo roubar cada vez mais e ter a "cara-de-pau" de dizer que precisa de um imposto ridículo para governar o nosso país. Eu vejo o desemprego aumentar, ou pessoas se sujeitarem a ganhar bem menos do que deveriam, porque elas precisam pagar suas contas. Eu vejo políticos "rindo à toa" enquanto pais de família precisam lutar dia após dia para conseguir comprar um litro de leite para seu filho.

Alguns poderiam dizer: Mas eu não tenho nada com isso, se o cara fez filho o problema é dele!

Concordo. Porém, e quanto a você? E quanto ao seu relógio ou celular que é roubado ou que você tem que pagar um preço absurdo só pela carga tributária que temos em nosso país? E quanto a você que quer dar tudo de melhor para o seu filho e tem que deixar de lado os seus compromissos sociais para conseguir pagar uma escola decente para ele, porque o ensino da Prefeitura e do Estado está cada dia que passa mais vergonhoso? E quanto a você que tem que pagar IPVA todo ano e só vê buracos e mais buracos espalhados pelas ruas? E quanto a você, que paga o seu IPTU certinho e tem que agüentar todos os dias as luzes da rua na frente da sua casa queimadas? E quanto a você, que precisa ir trabalhar todos os dias de ônibus e corre o risco de chegar sempre atrasado porque o nosso transporte público não é eficaz e todos os que tem carro, optam por ir de carro para conseguirem chegar a tempo aos seus compromissos e entopem as ruas, cada carro com um passageiro apenas? E quanto a você, que paga todos os seus impostos, suas contas, é um cidadão e é obrigado a ver a sua cidade ser destruída por marginais? E quanto a você, que além de pagar tudo isso e "andar na linha", ainda tem que agüentar a infra-estrutura precária de sua cidade (digo por Grande São Paulo)? E quanto a você, que trabalha dia após dia e vê tudo aumentar de preço, a única coisa que não aumenta é o seu salário. E quanto a você, que olha para um produto e sabe que o custo daquilo não deve ser menos de R$ 10,00, mas pensa na quantidade de impostos que a empresa paga e além do lucro que ela deve ter e vê o preço não justo, talvez nem mesmo razoável, mas é cobrado R$ 75,00 por ele.

Será que nós realmente não temos culpa? Agora, muitos podem falar: O Bolsa Família só faz vagabundo! O ProUne só prejudica o ensino superior! O Bilhete único foi uma péssima idéia! E várias outras coisas, a lista realmente não tem fim. E quanto ao "fazer algo"? Quantos de nós que reclamam já foi assistir a uma votação de alguma lei? Quantos de nós que reclamam já tentou se mobilizar para conseguir algo com o político do seu bairro? Quantos de nós que reclamam está disposto a lutar pelos seus direitos e fazer as contas públicas realmente sejam administradas corretamente?

Poucos, não é mesmo? Apenas falar pode espalhar uma idéia, mas não produz efeito prático, eu digo isso e eu me incluo nisso. Infelizmente eu não posso deixar o meu serviço de lado e ir até uma votação. Mas quantos de nós fizemos isso quando éramos mais novos? Quantos de nós foi instruído sobre política? Quantos de nós busca saber mais sobre candidatos ao votar ou fala apenas "mas fulano é analfabeto!", "ciclano diz que rouba mesmo, mas pelo menos faz.", "beltrano diz que só vai pensar na saúde e educação!". Quantos de nós realmente se dá ao trabalho de investigar a fundo os outros?

Menos ainda, não é mesmo?

O povo brasileiro tem por costume ser acomodado. O jeitinho brasileiro sempre nos tirou das enrascadas e ainda pode tirar, mas até quando podemos levar isso para a educação dos mais jovens? O quanto isso influencia o futuro das nossas crianças?

Muitos dizem que a abertura da homossexualidade é um problema, pois as crianças acabam por tentar experimentar algo que normalmente não fariam. Eu acho certo isso. Não acho certo as pessoas viverem pensando o que poderia ter sido e não o que efetivamente é.

Muitos dizem que a televisão influencia a vida das pessoas, só que, se fosse assim, o Japão seria o país mais violento do mudo, pois dos desenhos violentos, a grande maioria vem de lá.

Muitos dizem que as pessoas não sabem educar, não sabem impor limites, mas quem realmente sabe qual o limite que deve ser imposto perante as pessoas?

Será que é apenas isso? Eu ainda acho que a nossa eterna mania de tentar "furar fila", "pegar o caminho mais rápido", "levar vantagem em tudo", entre outros, é o que faz com que a nossa sociedade tenha chegado a este patamar. Pais não respeitam filhos e filhos não respeitam pais. Crianças tentando se provar adultos quando nem mesmo adolescentes são. Jovens querendo se provar maduros, quando nem mesmo a vivência para isso possuem. Pessoas sempre tentando achar um jeito mais fácil de conseguir as coisas, pessoas sempre tentando fura fila, pessoas sempre querendo levar vantagem em tudo... será que o nosso "jeitinho brasileiro" não é algo que pode estar condenando o Brasil a não ter um futuro?

Não sou psicólogo, não posso afirmar segundo teorias X e Y que isso ou aquilo está certo. Sou apenas um cidadão, cansado de ver a socidade brasileira decair mais a cada dia. Sou apenas um cidadão, querendo poder caminhar tranquilo à noite pelas ruas. Sou apenas um cidadão, querendo trabalhar e ver que posso comprar coisas com o meu suor. Sou apenas um cidadão, revoltado com o descaso social de todos. Sou apenas um cidadão, cansado de ver pessoas jogarem lixo nas ruas quando as mesmas tem uma lata ao seu redor ou estão dentro de um carro. Sou apenas um cidadão, que deseja apenas viver em paz e, como diz a lenda, em sociedade e tentando atravéz de simples palavras, instigar as pessoas a se unirem para que o Brasil seja o país que merece ser.

Que país é esse? Esse é um país com uma grande reserva de água doce. Esse é um país que se diz auto suficiente no petróleo. Esse é um país que tem futuro, se todos os cidadãos derem as mãos e lutarem para que ele não acabe.

Fiquem com Zeus e tenham um ótimo final de semana.



Escrito por ×÷·.·´¯`·)»Ar«(·´¯`·.·÷× às 13h24
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Encarar...

Olá a todos. Há quanto tempo que eu não atualizo o blog, não é mesmo? Me perdoem se eu e os outros elementos estamos um pouco sumidos, mas é que infelizmente, a vida está uma correria danada.

Porém, este Elemento, tentando elevar o seu grau de cultura, andou lendo alguns textos interessantes.

Será que nós percebemos o quanto fugimos de tudo o que acontece ao nosso redor? Hoje eu li um texto da Kabbalah onde eles dizem algumas coisas interessantes. É incrível como o ser humano sempre reclama daquilo que acontece em sua vida, não é mesmo? Falamos, falamos, falamos e falamos mais um pouco, para depois resolvermos o problema ou, muitas vezes, ficarmos presos em círculo vicioso de auto-piedade.

Como eles dizem no texto, quando você pesca um pacote e não gosta dele, por mais que vc diga "Hey, mas eu não pedi por isso!" você sabe que o pacote é seu. Agora, por que tentar jogá-lo de volta ao rio, se ele vai voltar dez vezes mais forte para si? Existem pessoas ou situações em nossas vidas em que nós procuramos ignorar algo ou até mesmo "empurrar com a barriga", quando o mais efetivo seria lidar com o assunto.

Só que, muitas vezes, lidar não é bater de frente. Você não precisa bater de frente com a sua prima que é um pé no saco só porque ela está na sua casa durante o final de semana. Assim como "algumas músicas não precisam ser ouvidas, apenas precisamos passar por elas", algumas pessoas podem estar nas nossas vidas, não precisamos fazer da presença delas um martírio. A convivência seja profissional ou pessoal com algumas pessoas é necessária, muitas vezes, para o nosso próprio crescimento. Será que não julgamos os outros pelos defeitos que temos?

Uma ótima terça para todos...

fonte: Kabbalah Centre Internationa - Por Yehuda Berg



Escrito por ×÷·.·´¯`·)»Ar«(·´¯`·.·÷× às 20h13
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Idade X Amor

Esse é um tema um tanto polêmico, não é mesmo? Nós vemos diversas notícias sobre abuso de menores, estupro de adolescentes, gravidez na adolescência, DST's na adolescência, pedofilia e várias outras coisas.

Agora, eu me pergunto. Será que existe uma idade para as pessoas descobrirem o que é o amor?

Eu particularmente digo isso, pois já presenciei diversos adolescentes que nem mesmo sei se já viveram algo em suas vidas dizerem para mim: "Estou completamente apaixonado por fulano ou ciclano."

Eu sei que a pessoa não precisa ter idade para ter experiência. Sei que é possível existir amor entre pessoas de idades completamente diferentes. Sei também que a curiosidade do ser humano e o livre acesso às informações que a internet nos proporciona ajuda os jovens a atingirem a adolescência bem mais cedo do que dez anos atrás.

Agora, isso é saudável?

Eu li uma reportagem que a cada ano que passa, as crianças atingem a puberdade mais cedo. Hoje, meninas com nove anos já estão menstruando. Isso mostra como o ser humano evolui rapidamente e se adapta ao meio em que vive, mas será que não nos mostra também uma necessidade de retornar alguns valores à infância? Eu tive o meu primeiro beijo cedo e também acho que perdi a minha virgindade relativamente cedo, só que hoje, o que foi cedo pra mim, é motivo de "piadas" entre os mais jovens. Acho que se um menino não beijar ninguém antes dos doze anos, ele é considerado um "boiola". Pior ainda se ele não transar com alguma menina antes dos quinze. As crianças crescem com uma pressão de se provarem perante à sociedade e nós, como adultos, acho que apenas estimulamos mais e mais isso.

Agora novamente. Será que existe uma idade certa para que a criança/adolescente descubra o amor? Não o amor que ele tem pelos pais. Não o amor por irmãos ou amigo, mas sim, um amor por outra pessoa (seja do mesmo sexo ou pelo sexo oposto). E o primordial, será que a falta dos carrinhos, bonecas e brincadeiras inocentes não farão falta daqui a dez ou vinte anos?

Não entendo, ou melhor, até entendo a pressa em se crescer. Quando eu tinha quinze anos eu queria ter logo dezoito, para que pudesse tirar carteira de motorista e sair "zuando" por aí. Hoje, com bem mais que dezoito (não precisamos citar valores reais aqui *rs*), eu penso que não aproveitei muita coisa do que poderia ter aproveitado e digo mais, acho besteira todos acharem que os adultos devem esquecer o "sonhar" e viver apenas no mundo cinza da realidade... eu me sinto uma eterna criança... mas eu soube o que era isso, eu tive a inocência de brincar com coleguinhas. E quanto a eles?

Tenham um ótimo domingo e eu prometo atualizações mais freqüentes agora.



Escrito por ×÷·.·´¯`·)»Ar«(·´¯`·.·÷× às 00h18
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PATRIOTAS

Eu fiquei sabendo de um fato que me deixou um pouco confuso, frustrado e talvez até um pouco decepcionado. Recentemente tivemos a abertura dos jogos PanAmericanos no Rio de Janeiro e, como de costume, o Presidente da República do país sediando os jogos foi realizar a abertura dos mesmos.

Quando o Presidente Lula chegou ao local, ele foi recebido por vaias das pessoas presentes.

Não li a matéria, não sei o que houve, mas agora eu me pergunto... será que isso é certo?

Será que é certo envergonhar o país diante de todos desta maneira? Por mais que muitos digam: "Não fui eu quem colocou ele no poder!" ele está no poder. Se não estamos satisfeitos, por que não fazemos uma manifestação pública decente e verdadeira ao invés de passar feio em um evento como o Pan?

Por mais que digam que não podemos fechar os olhos quanto a muita coisa, será que realmente estamos fazendo tudo o que podemos? Quantos de nós vamos ver as votações de leis? Quantos de nós vai conversar com quem elegeu para cobrar que ele realize a sua plataforma de governo?

Não temos tempo? Ótimo, ninguém no Brasil tem. E como ficamos então? Vamos continuar deixando o país seguir desse jeito? Talvez... acho que é hora de pensarmos antes de agir e vai chegar o dia em que o povo brasileiro vai perceber que o "jeitinho brasileiro" é o que está deixando o nosso país dessa maneira... será que conseguimos viver sem ele?

Fiquem com Zeus.



Escrito por ×÷·.·´¯`·)»Ar«(·´¯`·.·÷× às 19h33
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O Papa é Pop?

O Papa é Pop? Será mesmo?

Mais Pop que o Papa, apenas seu secretário, o Monsenhor Georg Gaenswein que foi comparado ao ator que fez o novo filme de James Bond. Um senhor de cinqüenta anos que acompanha Vossa Eminência Papal em todos os lugares e ocasiões e ao que parece, está arrancando suspiros de diversas fiéis mais atiradas.

E ao que parece, um canal italiano não perdeu tempo e já satirizou a imagem do secretário, arrancando uma resposta carrancuda do homem.

Indiferente do sucesso do Monsenhor ou da visita do Papa e seus transtornos para os não fiéis, a igreja ainda não aprendeu algumas coisas, como por exemplo, que nem todos são católicos neste mundo.

Acho que está na hora de Vossa Eminência Papal prestar atenção no que pede e proclama, pois nem todos os seres humanos se curvam ante a sua presença... apenas um desabafo de um elemento não muito feliz com o catolicismo em geral...



Escrito por ×÷·.·´¯`·)»Ar«(·´¯`·.·÷× às 21h04
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PERFEIÇÃO

"Passamos a amar não quando encontramos uma pessoa perfeita, mas quando aprendemos ver perfeitamente uma pessoa imperfeita."
San Keen

Recebi essa frase pelo "Minutos de Sabedoria".

O que é a PERFEIÇÃO? Acho que os homens e mulheres do Brasil acabam pensando muito nisso e esquecem de alguns detalhes.

Será que a perfeição realmente existe?

O que é a perfeição para cada um de nós?

Será que queremos a perfeição ou o nosso lado perfeccionista não aceita os erros que o outro comete?

Falo isso pelo panorama geral das coisas. Não me excluo de alguns casos, deixo bem claro aqui. *rs*

As mulheres muitas vezes sonham com um Príncipe Encantado que vai tirá-las das casas de seus pais em um cavalo branco e as levá-las a um palácio cheio de empregados e fartura. No sentido figurado é claro. Muitas mulheres hoje ainda esperam que o marido as sustente, que vá ganhar milhões e que elas vão viver fazendo cursos e indo para a academia.

Os homens muitas vezes sonham com a Princesa, a menina virgem, inocente, intocada, que vai aprender com ele o que é a vida e que, depois, na cama, vira uma puta para realizar todas as suas fantasias.

É claro, em ambos os casos, o kit beleza vem incluso.

Tudo nessa vida passa, e se até UVA PASSA, a beleza também passa, o dinheiro passa... o que sempre fica são os momentos felizes que tivemos e um bom companheiro ou companheira para envelhecermos juntos.

Uma pessoa que te faça rir quando você está triste, alguém que seja inteligente para estabelecer uma conversa contigo, fidelidade, companheirismo, alguém que tenha garra para ajudar a correr atrás dos seus sonhos, compartilhar sonhos para que você também ajude a correr atrás dos sonhos dela, entre tantas outras qualidades, muitas vezes, que esquecemos.

Muitas vezes, uma barriguinha a mais ou algo além, é facilmente remediado com conversa, uma boa academia e ATITUDE. Ninguém nasce perfeito e a beleza, sempre depende do referencial.

O que é bonito pra mim, pra muitos pode ser horrível. Assim como o que me dá prazer, pode causar repulsa a outros. E qual o problema? EU preciso me sentir bem. EU preciso me sentir feliz. Por que a opinião da sociedade é tão importante?

Muitos dirão: "Ah, mas eu não sou assim!"

Será? Podemos não ser exatamente assim neste ponto, mas e em outros?

Eu já ouvi muitas pessoas falarem pra mim: "Ah, estou sozinho de novo. Já acabou. Ah, ele tinha umas manias feias." ou então "Ah, eu não gostava disso ou daquilo nele/nela e dei a bota."

Reclamando sobre beleza então? "Ah, mas ele tinha barriga." ou "Ah, mas ele/ela era ruim de cama."

Será que damos tempo para nos adaptar as pessoas e para as pessoas se adaptarem a nós mesmos?

A BELEZA DEPENDE DO REFERENCIAL. A PERFEIÇÃO DEPENDE DO REFERENCIAL. SERÁ QUE PODEMOS EXIGIR PERFEIÇÃO? SERÁ QUE SOMOS PERFEITOS PARA EXIGIR A PERFEIÇÃO DO OUTRO?



Escrito por ×÷·.·´¯`·)»Ar«(·´¯`·.·÷× às 07h18
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O ser humano é o que pensa e tenta ser o que fala...

O ser humano é o que pensa e tenta ser o que fala...

Essa foi a frase que eu proferi um dia e que realmente acho que é a mais certa.

O ser humano tenta ser o que fala que é, sempre.

Pessoas que se acham boas demais, pessoas que se acham ruins demais, pessoas que se acham bonitas demais, pessoas que se acham feias demais, pessoas que se acham inteligentes/cultas demais, pessoas que se acham inteligentes/cultas de menos.

Por que os seres humanos se fazem de vítima? Por que os seres humanos teimam em tentar mostrar ao mundo que são frágeis ou que são completamente auto-suficientes e quando algo acontece, eles inventam uma desculpa buscando dentro do seu interior algo que justifique isso ou aquilo?

É fácil falar "eu sou bom". É fácil falar "eu me viro sozinho". É fácil falar "mas não foi minha culpa". É fácil falar "mas você me magoou primeiro".

Como sempre, falar é muito fácil.

Agora, o que se passa por dentro? O que temos dentro de nossas mentes que os nossos iguais não sabem?

É fácil falar "eu sou bom", quando na verdade, nós pensamos "eu não sei". É fácil falar "eu me viro sozinho", quando nossa mente está focada em "será que eu consigo?". É fácil falar "mas não foi minha culpa", quando a nossa mente pensa "eu deveria pedir desculpas". É fácil falar "mas você me magoou primeiro", quando a nossa mente quer de todas as maneiras admitir que mente.

É... falar é sempre muito fácil... falar que somos "malvados" ou tentar fugir de uma coisa ou outra com palavras é tão... simples.

Por que encarar a vida é tão difícil para a maioria dos seres humanos?

Jogar a culpa nos outros é muito fácil. Observar os nossos próprios erros e, à partir deles, crescer e nos tornarmos seres humanos, isso sim é o verdadeiro desafio da vida.



Escrito por ×÷·.·´¯`·)»Ar«(·´¯`·.·÷× às 06h43
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Paciência

Paciência Pequeno Gafanhoto, é o que sempre dizem quando alguém está ansioso ou impaciente com algo.
É tão fácil falar, não é mesmo?
O sentimento ruim dentro de si te corroendo, a angústia por ter perdido, a ansiedade pelas novas conquistas.
Tudo sempre demanda paciência.
O trânsito das cidades cada dia pior. Os seres humanos sem paciência um com o outro. Pais sem paciência com os filhos. A natureza sem muita paciência conosco.
A casa caiu! E caiu feio.
Em meio a tanta agitação como é característico das grandes metrópoles, uma pergunta fica no ar.
E quanto à paciência? E quanto ao "ceder"? E quanto ao respeito?
O que tudo isso tem a ver um com o outro?
O exercício da paciência nos faz ceder a vez ao próximo. O ceder nos mostra o respeito que temos que ter com cada ser vivo, cada planta, cada átomo em nosso mundo.
E o respeito? O respeito nos faz mostrar como podemos ser grandes, como podemos ser melhores.
Atravéz do exercício do respeito temos paciência, atravéz do respeito com o próximo, temos o amanhã que tanto queremos.
Por mais que não possamos viver no amanhã, não podemos esquecer que ele está aí.
Nunca se esqueça, o Amanhã está aí.


Escrito por ×÷·.·´¯`·)»Ar«(·´¯`·.·÷× às 16h21
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Um amor para recordar.

Talvez eu ainda não esteja preparado para escrever este texto. Talvez tudo ainda esteja muito recente. Talvez as coisas sejam mais simples do que parecem. Entretanto a dor é tanta e foi tão de verdade que, aceitar esta "simplicidade" é muito complicado. Tal abstinência, porque já é comprovado que os efeitos desta "coisa" são os mesmos da cocaína, é muito difícil de suportar.

 Sentimentalismos não são banais. Vinicius de Moares foi mestre e que saibamos todos que só descobrimos que é realmente de verdade o que sentimos quando sofremos por tal sentimento. Somente o sofrimento por aquilo que é de verdade faz valer a pena tudo aquilo que não foi, mas que poderia ter sido.

 Com inspiração no filme pop clichê de mesmo título que este texto, dois jovens de estilos e modos de vida muito diferentes se conhecem e se encantam, envolvem-se, descobrindo juntos o mais sublime e verdadeiro dos sentimentos, o AMOR. Eles vivem os "momentos lindos" de todo casal apaixonado e passam por uma "barra muito foda" quando o rapaz descobre que a garota tem câncer e a restam poucos dias de vida. Desesperado, ele busca soluções para resolver o problema da namorada, mas todo sacrifico é em vão, pois a garota vem a falecer. Contudo,  nele perdura todo o sentimento  em voga pela namorada  que fica eternizada em seus pensamentos, em seu coração, em sua vida. 

 Este amor eterno, verdadeiro e puro, "substantivado", só existe realmente quando o outro morre e não temos a oportunidade de conhecê-lo por completo. Quando não temos mais este amor ou este alguém ao qual ele é refletido é que sentimos falta deste sentimento, das borboletas no estômago, na falta de chão, daquele frio na espinha. Quando perdemos o que faz tudo valer a pena, como já nos dizia o mestre em 1930, é que caímos na real e morremos em nós mesmos. Há de se ter a alma realmente grande. A gente sofre e é "pah caralho" quando o amor acaba. Quando vai embora, quando, simplesmente, ele morre. Mas somente morrendo ele fica eternizado, porque ele foi tudo para admitirmos que ele simplesmente não é mais nada.  

 Com nossas vidas reproduzidas em cenas pop's clichês mundanas de filmes, BBB's e afins, sofremos por negligenciar e não dar o verdadeiro valor às coisas que são realmente importantes. Abrimos mão de nós mesmos para tentar satisfazer o outro. Somos a droga que move os que estão ao nosso redor, e eles são o vício que nos ajudam a encarar esta falsa realidade. Vivemos sonhando com a perfeição idealizada de belezas midiáticas e acabamos por cair em abismos por depender o tanto de nós a nada (ou aos nadas).

 De fato não brincamos com nossos verdadeiros sentimentos, pois sabemos das conseqüências e infortúnios ao nos aprisionar a sentimentos fortes e verdadeiros. Quando nos permitimos amar, somos irrelevantes a tudo e fazemos valer a pena todo e qualquer instante. Ficamos viciados e dependentes deste amor, desta maravilhosa sensação que é amar, que é pior que o vício da mais branca e pura das puras drogas.

 Contudo, apesar de toda experiência e tudo que vivemos até então, não aprendemos a suportar a falta deste sentimento. Temos uma necessidade compulsiva dele e acreditamos que ele é para sempre.  Não acreditamos na banalidade do seu fim por ele mesmo. Talvez porque sejamos dependentes demais, talvez porque gostemos de sofrer demais. Bom mesmo seria se morrêssemos antes de todo ele acabar. Ficariamos assim eternizados, apenas como um amor a se recordar e nada mais. Pois não há hora certa e nem momento certo para ele morrer, nem para escrever, amar e muito menos, sofrer...



Escrito por ×÷·.·´¯`·)»Terra«(·´¯`·.·÷× às 08h29
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VIOLÊNCIA X PASSIVIDADE

Conversando com um dos elementos hoje, após ler uma matéria onde um homossexual foi espancado, ele me disse que sua opinião é que os homossexauis em geral (não todos), são adeptos à política de "mesmo que me matem, eu não vou bater em ninguém".

Eu, particularmente, assim como ele, sou contra.

Sei que muitos vão dizer que violência só gera violência e muitas outras coisas, mas eu sou a favor do "antes que me bata, você leva".

Qual o problema em você se defender? Será que não está na hora do homossexuais, assim como as mulheres há algum tempo atrás, começarem a estudar defesa pessoal? E o primordial, será que não está na hora de todos os homossexuais se unirem?

Como assim?

Os homossexuais em geral são muito individualistas. Talvez por ficarem sempre imaginando que alguém vai "roubar o que é deles" ou então, por medo de "descobrirem as suas preferências", as pessoas se isolam, e acabam se tornando vítimas fáceis para quem quiser formar um bando e espancar um ou outro mais distraído.

Não que eu ache que todos devem andar em bandos olhando feio para qualquer um que encará-lo. Muito pelo contrário. Nós já chamamos à atenção por sermos belos, inteligentes e termos estilo, não precisamos deste tipo de artifício para chamar atenção do público ao nosso redor. *rs*

Sei também que outros elementos podem não concordar com o que eu escrevo ou até mesmo o nosso público em geral. Este texto é apenas para demonstrar a minha revolta quanto aos grupos que espancam aqueles que consideram diferentes. Sejam eles gays, lésbicas, travestis, transexuais, transgêneros, Drags, negros, orientais, mendigos ou qualquer outra pessoa que saia daquilo que estes "desajustados sociais" considerem como politicamente correto.

Ninguém precisa seguir um padrão. Somos únicos. Cada um é cada um. Temos que correr atrás da nossa felicidade sim, mas quando ela está diretamente ligada ao sofrimento ou desgraça do próximo, acho que precisamos rever alguns conceitos que temos dentro de nós.

Bem, vou ficando por aqui porque este ELEMENTO AR agora decidiu se transformar em TEMPESTADE e vai comprar um belo taco de beisebol. Não, não é para fins sexuais. *rs*



Escrito por ×÷·.·´¯`·)»Ar«(·´¯`·.·÷× às 19h17
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Felicidade Plena?

Eu vi em um filme, em uma cena que foi cortada, um comentário que me deixou pensativo. Um senhor de idade, homossexual, conversava com um jovem homossexual que tinha acabado de "se assumir". Segundo o velho, aquilo não era um conselho, mas sim, uma história. A história da vida dele.

Ele dizia que foi casado por mais de dez anos e amava a sua esposa e sentia-se feliz ao lado dela. O jovem então questionou porque se divorciou da mesma e "se assumiu" gay. O senhor disse a ele que um dia, conheceu um jovem e o mesmo lhe deu um beijo e o conquistou. Desde então, ele repensou toda a sua vida. Resolveu se divorciar e descobriu ao lado desse jovem o que era a Felicidade Plena.

O jovem questiona: Mas você não era feliz? Não é mais fácil ser hetero? Pra que destruir um casamento e tentar ser feliz de um jeito que a sociedade toda condena?

O senhor responde: Eu era feliz. Hoje, eu sou plenamente feliz. É diferente.

Não foram exatamente essas palavras que foram usadas no filme, mas o sentido foi esse. Que filme? O Clube dos Corações Partidos.

As palavras do senhor (Jack), me fizeram pensar muito quando eu as ouvi. Não era um conselho do tipo "você tem que buscar a sua felicidade" ou qualquer coisa assim. Ele, como homem mais experiente, apenas elucidou o jovem, que parecia um tanto desiludido. Contou sua história e mostrou que existe diferença entre 'ser feliz' e ser 'plenamente feliz'.

E quanto a nós? O que fazemos da nossa vida? Somos felizes? Será que arriscamos ser plenamente felizes? O que é a nossa felicidade? Dinheiro? Amantes? Amigos? Família?

Será que muitas vezes não nos negamos o "direito de ser plenamente feliz" pelo simples fato da nossa sociedade impor que seguir por tais caminhos é errado? Ou então, pelo simples motivo de "minha família vai falar merda"?

A felicidade, pra mim, não está vinculada a um parceiro ou parceira, mas sim, a nós mesmos. Realizações pessoais, conquistas, conhecimento adquirido e etc. Um parceiro ou parceira é um complemento. Alguém que muitas vezes, nos mostra um outro caminho, um outro jeito ou qualquer coisa do gênero.

Hoje, começo a perceber que sou feliz. E o resto? Ainda estou descobrindo, caminhando um dia após o outro.

Fiquem bem.



Escrito por ×÷·.·´¯`·)»Ar«(·´¯`·.·÷× às 07h35
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Não é mais época de morangos.

        Não é mais época de morangos.

        Primeiramente eu gostaria de dizer que isso é apenas um desabafo e, não querendo plagiar ninguém, a interpretação vai das experiências vividas por cada um e do que se pôde aprender com elas.

        Aos amigos que se amam eu desejo toda felicidade do mundo.
        Aos amigos que já amaram eu desejo toda esperança que possa existir.
        Aos amigos que desejam amar eu espero que jamais desistam...

        Aprendi que o mais ilustre e universal dos sentimentos talvez possa se acabar assim, em vão, em uma simples volta completa dos ponteiros que comandam tudo. Mas ele também pode ser tão verdadeiro que é capaz de nos acompanhar pela vida toda, ou, pelo menos, até o próximo tombo.

        Num gerundismo permitido, o estar amando é uma dádiva da qual ciência nenhuma conseguiu explicar. É o mistério do qual todos os poetas e grandes tentaram desvendar: um não contentar-se; não caber em si; é a razão para o não existir sem a outra pessoa.

        Continuarei amando apesar de toda a dor, de toda decepção, de todo sofrimento. E, diferentemente de Paulinho da Viola, não quero acreditar que "volte para minha companhia", mas tenho certeza que outros virão. Outros que também se machucaram, que também sofrem, outros que também sangram. Contudo, outros que aprenderam, que cresceram, outros que sejam menos gente e mais animal (Viva Guimarães).

        Por que agora me permito a metonímia, metáforas, e talvez a um conteúdo sem gás, num engradado sem rótulos, insípido, incolor e inodoro: gás só faz pressão e rótulos são para os fracos.

        Não quero continuar acreditando "neste encontro nós dois, este amor." (Vanessa da Mata); "que existe alguém para enxugar as minhas lágrimas.... e que eu nunca ficarei sozinho" (You'll never stand Alone - Whitney Houston). Quero mesmo é conseguir assistir "Um Amor pra Recordar" e não me lembrar de nada, não chorar, não sangrar, não morrer. Quero tentar entender porque é que na sua cabeça, "estou deixando você agora... e, estou bem melhor sozinho" (Alone - Maya), seja a única coisa certa. Preciso virar o disco... 

        Não sei se estou fazendo a coisa certa, mas este sentimento é tão verdadeiro e me machuca tanto que, ao invés de "dançar um tango argentino", prefiro a ambigüidade do ser nada mesmo o nada sendo ainda tudo para mim. Você quer o mundo para você e eu quero você no meu mundo.

        E, embora toda esta angústia, a certeza do para sempre vale até alguém ser capaz de mudar tudo isso. "É preciso saber viver", é preciso ser amado, nem que este amor dure 10 meses e 24 dias e 4 horas, 1 ano, 2 anos ou pelo menos os 45 minutos do primeiro tempo.  Porque a vida é pode até ser um jogo, mas eu sou todo amor, sentidos e sentimentos. E, claro, esperança.


        Memória da Pele (João Bosco)
        Eu já esqueci você, tento crer
        Seu nome, sua cara, seu jeito, seu odor
        Sua casa, sua cama, sua carne, seu suor
        Eu pertenço a raça da pedra dura
        Quando enfim juro que esqueci
        Quem se lembra de você em mim
        Em mim
        Não sou eu sofro e sei
        Não sou eu finjo que não sei, não sou eu
        Sonho bocas que murmuram
        Tranço em pernas que procuram enfim
        Não sou eu sofro e sei
        Quem se lembra de você em mim
        Eu sei, eu sei
        Bate é na memória da minha pele
        Bate é no sangue que bombeia
        Na minha veia
        Bate é no champanhe que borbulhava
        Na sua taça e que borbulha agora na taça da minha cabeça
        Eu já esqueci você, tento crer
        Nesses lábios que meus lábios sugam de prazer
        Sugo sempre
        Busco sempre a sonhar em vão
        Cor vermelha, carne da sua boca, coração



Escrito por ×÷·.·´¯`·)»Terra«(·´¯`·.·÷× às 07h43
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